Um convênio firmado entre o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Recursos Hídricos e Saneamento e a Prefeitura Municipal de Brejão, no Agreste Meridional do estado, assinado nesta sexta-feira (27), pela governadora Raquel Lyra, viabilizará a implantação de um novo sistema adutor de abastecimento d’água para a cidade. A intervenção irá beneficiar 5.385 moradores de Brejão e outros 5.172 habitantes no município vizinho de Terezinha. A previsão é de que o serviço seja concluído num prazo de 18 meses e some investimentos de R$ 14.135.425,10.
“Este novo sistema, projetado pela administração municipal de Brejão, vai otimizar a infraestrutura de abastecimento d’água já existente na cidade, aproveitando trechos das adutoras que foram implantadas anteriormente, a partir de um acordo estabelecido com a Fundação Nacional de Saúde, a Funasa. Porém, estes trechos não foram executados integralmente, deixando pendentes estas estruturas que estamos viabilizando agora, a partir deste convênio”, explicou Almir Cirilo, secretário de recursos hídricos e saneamento do estado.
De acordo com Almir Cirilo, o sistema integra as seguintes estruturas: rede de captação de água bruta a partir do poço de sucção da Estação Elevatória do sistema Cajueiro – que é responsável pelo Sistema de abastecimento do Município de Garanhuns; implantação de uma Adutora de Água Bruta; construção de 02 (duas) Estações Elevatórias de água bruta; instalação de Unidade de Tratamento de Água; uma Estação Elevatória de Água Tratada; um Reservatório apoiado, uma Adutora de Água Tratada; Stand - Pipe, com aproveitamento da reservação da Sede; além da rede de distribuição.
Ainda segundo o gestor, quando concluído, o novo sistema passará a levar água tratada às torneiras da população das duas cidades beneficiadas, aumentando a vazão diária oferecida pelo atual serviço de abastecimento de 7,41 litros por segundo para 22,07 litros por segundo. “Vamos mais do que triplicar a oferta de água que é disponibilizada hoje para estes municípios, numa região – a gente sempre reforça – onde a disponibilidade hídrica per capta é a menor do país, que é o Agreste pernambucano”, finalizou.